Essa rota nos leva até a “borda” mais ao sul do Egito, na região
dos recifes de Elba, que ainda estão praticamente intocados e com certeza
fazem o coração de qualquer mergulhador bater mais forte.
Parte 1: Rocky Island O parque marinho ao sul da ilha de Rocky Island,
é perfeito para um mergulho de manhã cedo; com um pouco de sorte,
é possível avistar tubarões-martelo e também mantas. A parede do recife ao sul da
ilha é atravessada por uma infinidade de pequenas cavernas e maravilhosamente
coberta de corais duros e moles. Se for permitido pelas autoridades,
também vamos visitar a ilha de Zabargad, que é ainda maior e igualmente linda.
Parte 2: Recifes de Elba Os recifes de Elba
ficam em frente ao Triângulo de Halaib, que liga o Egito ao Sudão
. A região é composta por várias formações de recifes e
oferece, portanto, diversos pontos de mergulho. Além do naufrágio do SS
Levanzo, há jardins de corais coloridíssimos, pináculos maravilhosamente cobertos de vegetação
e enormes torres de corais. A profusão de cores e
a diversidade da flora e da fauna deixam até os “veteranos” de boca aberta a cada
mergulho. Só recentemente essa linda
área de mergulho começou a ser visitada por alguns poucos barcos de safári. – Então,
ainda tem lugares novos pra gente descobrir.
Parte 3: St. John’sNo caminho de volta, os pontos de mergulho de St. John’s têm algo para todos os gostos:
paredes íngremes cobertas de vegetação, grande chance de encontrar tubarões,
avistamentos de mantas e grupos de golfinhos, além de uma vida marinha diversificada
para todos os fãs de macrofotografia nos jardins de corais coloridos.
Parte 4: Fury ShoalsDepois desses dias incríveis de mergulho, seguimos para o norte, passando pelos pontos de mergulho de Ras Banas até os recifes de Fury Shoals,
que também deixam muitas lembranças inesquecíveis: vale
a pena destacar as formações de corais duros de tirar o fôlego, que
são únicas no Mar Vermelho e, em alguns pontos de mergulho, formam um
sistema ramificado de “caves” e um labirinto de cavernas e
passagens pelo recife. Na maioria das vezes, dá pra mergulhar nesses “parques de diversão”
da natureza em profundidades rasas e ser recompensado com
jogos de luz de cores intensas e indescritíveis. Para encerrar, vamos mergulhar no lendário Elphinstone Reef. A
ponta norte é ideal pela manhã, quando a correnteza está fraca, para passar um tempinho
ajustando a flutuabilidade em uma profundidade agradável e
observar o que rola nas águas azuis. O resto do mergulho ao longo
da parede íngreme do lado leste passa voando e pode até ser coroado com a
visita de um ou outro tubarão-de-ponta-branca.
Programação prevista da viagem – para 11 dias de mergulho:
• Dia de chegada
Traslado
do aeroporto até o navio em ônibus modernos e com ar-condicionado; acomodação
nas cabines, refeição(ões) de acordo com o horário do dia
• 1º dia
Partida
após autorização da polícia portuária por volta das 9h, mergulho de verificação
e mais 1 a 2 mergulhos em diferentes pontos de mergulho, travessia
para Rocky Island durante a noite.
• 2º dia
2 a 3 mergulhos diurnos em Rocky Island e (se possível) em Zabargad
• 3º a 5º dia
3 mergulhos diurnos e 1 mergulho noturno na região dos recifes de Elba
• 6º + 7º dia
3 mergulhos por dia em pontos de mergulho ao norte dos recifes de Elba
• 8º dia
3 mergulhos diurnos e um mergulho noturno nos melhores pontos de St. John’s
• 9º dia
3 mergulhos diurnos na região de Fury Shoals e Wadi Gimal e 1 mergulho noturno em Wadi Gimal
• 10º dia
3 mergulhos diurnos em Sha’ab Sharm, Marsa Alam ou Abu Dabab e 1 mergulho noturno
• 11º dia
2 mergulhos em Elphinstone, ou então em Abu Dabab e El Shouna; chegada ao porto por volta das 16h ou
, se possível (dependendo, por exemplo, do planejamento do traslado para o dia da partida
ou de trabalhos necessários a bordo), passamos a última noite
também ainda no mar, perto do porto
• Dia da partida
Refeição(ões) de acordo com o horário do dia, traslado do navio para o aeroporto